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  Esoterismo
 Título: Thot o Deus da sabedoria Data: 30/10/2011
 

Por Helena Gerenstadt


THOT – O DEUS DA SABEDORIA


Relexionando sobre o ano que estamos vivenciando, 2011 = 4 - arquétipo do Imperador, pude observar quantos imperadores cairam, mas observei também a força e a coragem de muitos pelos objetivos mais amplos, em pró de todos, em pró do bem comum.....

2012 vem chegando, devagar para alguns, rápido demais para outros. Teremos um ano de Vibração 5, muitas mudanças, viagens, e com o arquétipo do Papa, com suas regras e dogmas.

Preferi deixar para nossa reflexão essa semana, aquele foi é o Sábio do Panteão dos Egípcios, para que possamos ir fazendo nossas mudanças internas, mas de forma sábia.
Uma excelente semana à todos

THOT – O DEUS DA SABEDORIA

Deus lunar representado com a cabeça da ave íbis, é o grande calculador do Cosmos, que divide o tempo e constrói os calendários, o que transmite o saber pela escritura e faz o papel de mensageiro dos deuses, o Senhor da revelação que recebeu por mediunidade os sons primordiais que antecederam aos hieroglíficos.
“O que nasceu de Thot”, o deus da sabedoria, do conhecimento, das ciências sagradas, e deus por excelência da revelação, recebeu como médium os “sons primordiais” .

Como deus cósmico, Thot era “aquele que divide o tempo” (os egípcios viam na estrela Polar a chave do tempo, quer dizer, dos grandes ciclos). Mas Thot também estava relacionado com a Lua, pois seu disco refletia as ondas do oráculo, emitidas pelo centro-deus boreal.

Assim mesmo, era associado a deusa Maat , símbolo do equilíbrio universal, e também da justiça; e com a deusa dos escrivões, Sechat, que escrevia sobre a tábua sagrada de Heliópolis, o nome do próximo faraó.
Na qualidade de profeta, Thot recebeu por clarividência a língua dos deuses, e foi considerado, por causa disto, o inventor da escrita.

A ele é atribuído a redação das sete leis que regem a Natureza, gravadas sobre uma tábua de esmeralda.
Uma tradição afirma que a ciência de Thot não residia unicamente nestas sete leis, mas também na tábua, que produzida por alquimia, quer dizer, pela concreção (corpo resultante da agregação dos sólidos contidos num líquido) em uma forma geométrica estrita da energia cósmica, chamada raio verde.

Desde a mais antiga antiguidade, a cidade santa do deus estava em Khumunu, hoje Achmunein, perto de Mellani, ao sul de Minieh. Khumunu significava em egípcio “os oito”, porque o íbis celeste havia chocado ali o Ovo do Mundo e depois traiu os quatro casais de deuses que continuaram com sua obra criadora.

De todo o conjunto de santuários de Thot em Achmunein, não restam mais que duas estátuas de babuinos, levantadas de cara ao sol nascente, de 4,5 metros de altura de pesam aproximadamente 35 toneladas cada uma. A crença de que os babuinos saúdam ao sol nascente procede de uma observação bastante prosaica. Pouco antes de que apareça o Sol sobre a linha do horizonte, os pássaros e os macacos mostram muita agitação; depois do surgimento do astro, se produz um grande silêncio, como de adoração. Os egípcios estavam persuadidos de que o deus podia tomar por médium ocasional a um íbis ou a um babuino, cujos gritos e movimentos era necessário interpretar. Por isto quando se representa a um escrivão inspirado, lhe é colocado um babuino sobre a nuca.



por Helena Gerenstadt - gerenstadt@terra.com.br
Terapeuta Holística, atuando com a Numerologia Pitagórica e a Árvore da Vida, Tarot Egípcio, Reiki, Radiestesia e Radionica, e outras ferramentas. Ministrante de vários cursos - vide site www.agarta.com.br
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